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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

MARFIZA DE FRANÇA


MARFIZA DE FRANÇA – JOVI JOVINIANO - HENRY LENTINO e RAFAEL MALMITH
Leviano Bar – 26/11/2012
Com jeito carinhoso, um falar baixinho e um perfil solidário, Marfiza encanta quem a conhece. No palco sua figura se torna mais forte, sua voz se amplia e a faceta de menina assume o porte de mulher. Marfiza canta com a alma, sensibiliza com versos e acalanta com melodia. Poetiza nata, eternamente jovem, mas com coração repleto de vivências. Henry, arranjador, compositor e instrumentista gaúcho. Exímio artista, que já se apresentou ao lado de tantos valores da nossa música, e que não hesitou em dar aulas de cavaquinho em Mangueira e em ONG, atendendo a jovens e crianças carentes de comunidades. Jovi, mestre do batuque com formação autodidata. Foi no Cacique de Ramos onde obteve o aperfeiçoamento e com Paulo Moura ganhou notoriedade. Hoje seu nome é listado no rol dos grandes percussionistas internacionais. Mallmith, o versado gaúcho das 7 cordas, que ainda muito jovem já galgava um espaço significativo no cenário musical. E foi com essa turma valorosa que Marfiza apresentou o seu show. Menina, você é grande!!!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

MACAU OLHOS COLORIDOS NO SARAU CRIAR

MACAU OLHOS COLORIDOS - SANDRA DE SÁ - PAULO BAGUNÇA e FLÁVIA CAVACA - BNEGÃO - AUGUSTO BAPT e KARLA SABAH
Leviano Bar – 17/09/2012
Autor da canção considerada o hino da música negra brasileira que ficou imortalizada na voz de Sandra de Sá, sua grande amiga, parceira e admiradora. Ex-integrante do grupo Paulo Bagunça e a Tropa Maldita, banda pioneira do movimento Black Power no Rio de Janeiro, Osvaldo Rui da Costa - o Macau, compositor revestido de fibra inquebrável, deu segmento em sua carreira tornando-se um selo importante na música brasileira. E hoje, no show de abertura desse sarau, que tem a finalidade de divulgar e valorizar o compositor e suas composições, abrindo um espaço democrático e interativo, Macau comprova como seu suingue o agigantou. Convidados importantes do movimento black se apresentaram para cantar e prestigiar aquele que elevou a música preta brasileira a um patamar de destaque, permitindo nos seus versos ecoar a voz da minoria.